O primeiro trailer de Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros só seria lançado na próxima quinta-feira (27), mas, para surpresa dos fãs, a sua versão (legendada!) já está disponível no canal oficial da Universal no YouTube! Confira abaixo!
Fãs de Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros devem lembrar que o terror do filme girava em torno de uma equipe de cientistas e duas crianças. Imaginem, agora, que o Parque dos Dinossauros é um parque temático em pleno funcionamento. Também ambientado na Ilha Nublar, o novo filme da franquia mostra o local recebendo mais de dez milhões de visitantes por ano. Isso significa que o parque é seguro... mas só até os geneticistas perderem o controle sobre um novo híbrido.
Com direção de Colin Trevorrow, que também escreveu o roteiro ao lado de Derek Connolly, Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros conta com um elenco composto por Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, Ty Simpkins, Jake Johnson, Nick Robinson, Irrfan Khan, Vincent D'Onofrio, BD Wong, Omar Sy, Judy Greer, Katie McGrath, Andy Buckley e Lauren Lapkus.
Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros chega aos cinemas nacionais em 26 de junho de 2015.
Sem Daniel Radcliffe, filme se passa 40 anos depois da história original.
Foi divulgado um novo trailer de “A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”, sequência do longa de 2012. Este é o primeiro vídeo voltado ao público norte-americano. Veja abaixo:
A trama se passará 40 anos após os acontecimentos do filme original. Na nova história, a Mansão Eel Marsh foi comprada pelo governo e transformada em um hospício durante a Segunda Guerra Mundial. A repentina chegada de soldados, médicos, enfermeiras e doentes enfurece o misterioso fantasma que assombra a mansão. A entidade foca sua atenção em uma enfermeira (Phoebe Fox, de “Um Dia”) que travará uma dura batalha para salvar os seus pacientes e sua própria vida da maléfica Mulher de Preto. Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”) será um dos soldados internado no hospício.
O longa original, adaptação do livro homônimo de Susan Hill, foi um sucesso de público para a produtoraHammer que, mesmo sem o astro Daniel Radcliffe (“Versos de um Crime”), espera repetir o feito com a sequência. No elenco de “O Anjo da Morte” estão também os atores Helen McCrory (“A Invenção de Hugo Cabret”), Oaklee Pendergast (“O Impossível”), Adrian Rawlins (o James Potter da saga “Harry Potter”) e Leanne Best (da série “Ripper Street”). O roteiro é assinado por Jon Croker (“Desert Dancer“).
Depois de estrear no Reino Unido e nos Estados Unidos no primeiro fim de semana de janeiro, “Anjo da Morte” chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de março.
Algum tempo atrás o Google lançou um novo serviço – impressionante – chamado Chrome experiment. Com o auxílio do gigante de tecnologia, produções de diversos tipos ganharam a chance de arriscar no modo e formato de contar histórias. E, próximo do lançamento de seu novo filme, o Hobbit decidiu apostar nesse “experimento”. Para você que sempre foi apaixonado pelo mundo incrível criado por Tolkien, que tal conhecer a Terra Média de perto – como se estivesse no Google Maps? Basta entrar aqui e viajar pelas histórias, lugares e batalhas citadas ao longo das franquias ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’. Obs.: Aproveite para se sentir dentro de Mordor com o game disponibilizado pelo site.
Muita ação e grandes criaturas neste novo trailer.
A Legendary Pictures divulgou o novo trailer internacional do longa de fantasia “O Sétimo Filho”, adaptação da saga literária “As Aventuras do Caça-Feitiço” e dirigido por Sergey Bodrov (“O Guerreiro Genghis Khan”). O novo vídeo traz ainda mais criaturas e efeitos especiais que serão vistos no longa. Veja abaixo o trailer:
Mestre Gregory (Jeff Bridges, de “Coração Louco”) é o sétimo filho do sétimo filho e mantém uma cidade do século XVIII relativamente bem longe dos maus espíritos. No entanto, ele não é mais jovem e suas tentativas de treinar um sucessor foram todas mau sucedidas. Sua última esperança é um menino chamado Thomas Ward (Ben Barnes de “As palavras”), filho de um jovem fazendeiro. Seu primeiro desafio será grande: ele terá que enfrentar a Mãe Malkin (Julianne Moore de “Carrie – A Estranha”), uma terrível e poderosa bruxa que escapou do seu confinamento.
Completam o elenco Kit Harington (“Games of Thrones”) e Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”). “O Sétimo Filho” estreia no Brasil no dia 12 de março de 2015.
A Lionsgate divulgou recentemente um novo clipe do aguardado “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1″. O vídeo, que por sinal é bem curto, diz que o longa é o melhor da saga até o momento e mostra boa parte do elenco, incluindo a protagonista Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence, de “Trapaça”). Veja:
Na trama, seguiremos a jornada da heroína Katniss (Lawrence) enquanto ela lidera os distritos de Panem em uma rebelião contra a tirânica e corrupta Capital. Enquanto a guerra que determinará o destino de Panem cresce, Katniss deve decifrar por conta própria em quem ela pode confiar e o que precisa ser feito, com tudo o que a importa em risco.
Completam o elenco Josh Hutcherson (“Amanhecer Violento”), Liam Hemsworth (“Conexão Perigosa”), Woody Harrelson (“True Detective”), Elizabeth Banks (“Para Maiores”), Donald Sutherland (“Operação Sofia”), Stanley Tucci (“O Quinto Poder”), Sam Claflin (“Branca de Neve e O Caçador”), Jena Malone (“The Wait”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”) Julianne Moore (“Carrie, a Estranha”) e o falecido ator Philip Seymour Hoffman (“O Mestre”).
Os filmes terão a direção de Francis Lawrence (“Eu Sou a Lenda”) e roteiro de Danny Strong (“O Mordomo da Casa Branca”). O capitulo final da saga estreia em 20 de novembro de 2015
Neste ano comemoramos o centenário do início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), como passou a ser definida pela historiografia, ou a Grande Guerra, como foi apelidada na linguagem popular, devido ao cenário de devastação e morte que trouxe consigo e ao abismo de desespero e desatino provocado por um conflito que penetrava como uma faca no coração da civilização europeia, a da Belle Epoque, que se acreditava finalmente isenta de violência e ódios nacionais. Um conflito, com efeito, que mobilizou milhões de pessoas, tanto moradores de cidades quanto simples camponeses, de França, Reino Unido, Alemanha, Áustria, Rússia, mas também Itália e estados balcânicos, entre outros. E que se caracterizou, desde seu começo, como uma longa, extenuante e alucinante guerra de posição, tendo as trincheiras como cenário principal.
O inimigo presente a poucas centenas ou dezenas de metros, vigilante como você, prendendo a respiração como você, lutando contra fome, frio e ratos, como você, entre uma rachada de metralhadora, um cigarro e uma carta para casa. A vida de trincheira, de um lado e do outro, apresenta os mesmos dramas e os mesmos ritos de sobrevivência.
Homens, afinal, iguais em seus desejos últimos e em suas esperanças, mesmo que trajando uniformes diferentes ou falando idiomas diversos.
É disso, deste fundamental e universal sentimento de humanidade e de seu componente religioso, o reconhecimento de valores que ultrapassam qualquer divisão e inimizade, que trata o filme Feliz Natal (2005), produzido por vários países europeus e dirigido pelo francês Christian Carion. A inspiração do longa lhe vem de fatos realmente ocorridos no front ocidental, em ocasião do Natal de 1914, o primeiro Natal de guerra. Na véspera e ao longo do dia 25 de dezembro daquele ano, com efeito, soldados de ambas as partes em luta saíram das opostas trincheiras do front ocidental, entre França e Alemanha, em vários pontos de seu traçado, para confraternizar. Trocas de pequenos objetos, cigarros e chocolate, conversas e celebrações religiosas, cantos natalinos e até partidas de futebol disputadas na terra de ninguém, como é chamado o espaço entre as trincheiras inimigas, caracterizaram aquela que recebeu o nome de trégua de Natal. Simples soldados e oficiais participaram dos eventos, que não foram programados mas que se produziram espontaneamente em vários pontos da linha de fogo, apesar de não ter recebido aprovação sucessiva pelos altos comandos militares.
O filme traz inspiração da história para acompanhar os percursos de alguns militares (alemães, franceses, escoceses) e de um casal de cantores líricos enviados ao front para enaltecer o ânimo das tropas. As notas de “Noite Feliz”, cantadas por estes em alemão, às quais responde uma cornamusa escocesa, desencadeia a confraternização coletiva entre inimigos. É Natal para todos.
Realmente foi uma noite mais feliz. E a mensagem do longa, apesar de certa retórica presente, mostra como, ao menos no começo da guerra, naqueles primeiros meses, o sentimento e a consciência presentes em boa parte dos combatentes das linhas de frente fossem de repúdio por um conflito percebido como absurdo e tragicamente inútil.
As tréguas não se repetiram nos anos seguintes. A guerra de trincheira deu espaço a batalhas que foram autênticas carnificinas. Outros Natais passaram, a razão de Estado vencera. Mas provavelmente este ano, no dia de Natal, junto à cruz dedicada à trégua de Natal de 1914, em Ypres, Bélgica, alguém se encontrará para lembrar de um fato inusitado e singular.